segunda-feira, 10 de junho de 2013



A planta Manjericão é uma das mais usadas na cozinha portuguesa e também a nível mundial como outras especiarias que se tornaram hábito nas cozinhas pelo seu sabor, seu valor nutritivo e também pelo seu papel de fortalecimento do organismo, como é o caso do tomilho, salsa, oregãos, hortelã e muitos outros.


Como não queria perder muito tempo com as aromáticas e desenvolve-las a partir de sementes decidi comprar esses vasinhos à venda no Jumbo e Lidl como mostra a figura em cima, como foi quase geral com todas as outras plantas aromáticas que tenho compradas dessa forma.

Ora como já vem sendo hábito, a natureza, neste caso especifico o manjericão ensinou-me que tem regras básicas para o seu crescimento, que quando não cumpridas é morte na certa.

Se por algum acaso também tem esse problema fique a par das necessidades dessa planta com um cheiro tão característico.


Aproveitei um espaço dessa floreira de algo que na altura mudei para um vaso maior e aproveitei para instalar a planta depois de retirada do vaso pequenino que vinha quando a comprei. No inicio tinha como companhia umas alfaces oriundas de uma sementes que depois foram transplantadas para os seus habitats definitivos e posteriormente fez-lhe companhia outras duas ervas aromáticas, cebolinho e coentros compradas em mudas numa loja da especialidade (os coentros acabaram mais tarde por secar e morrer, talvez pela mesma razão que o manjericão, mas isso fica para outro post, pois os coentros também tem as suas características particulares que entretanto aprendi junto de quem realmente sabe).

Passando à frente a preparação do solo, porque apesar de ter o seu solo preferido que aproveito para dizer para quem tiver interessado, que consiste em: 1 parte de terra comum, 1 parte de terra vegetal, 1 parte de humus de minhoca e 1 parte de areia de construção, ele cresce em solos diferentes também.

O principal truque do Manjericão é o escesso de àgua, esta planta detesta àgua em exagero e como tal o segredo é regar pouco, preferencialmente em rotações de 2 dias em muito calor e 3 vezes quando o tempo está mais ameno ou então (a minha opção) colocar num vaso com um parto em baixo, regando directamente no prato, permitindo que ela se alimente da água conforme a sua necessidade para evitar exageros.


Outro dos motivos que leva à morte dessa planta é o seu envelhecimento, e para essa razão o meu concelho é cortar todas as flores que forem surgindo, permitindo assim que a planta fique jovem mais tempo e também acentuar o sabor das folhas que irão ser usadas para o seu tempero.

Em termos de sol, quanto mais melhor, desde que não sejam temperaturas exageradas, cerca de 4 horas diárias de sol é o ideal para o crescimento perfeito.


Para quem a planta se regenere e não morra sempre que colher em demasia tem também um concelho que serve tanto para essa aromática em particular, mas para quase todas as aromáticas. A colheita deve ser da forma que mostra na imagem em cima, pois dessa forma você vai estar a ajudar no desenvolvimento da planta, estimulando novos ramos laterais que depois irão brotar novos rebentos.

Neste momento ainda não tenho na minha mini horta Manjericão depois da fatalidade que me aconteceu da 1ª vez, devido também ao facto de ter a minha estufa de varanda super lotada vou esperar que o tempo aqueça mais um pouco e repetir todo esse processo, com o acerto das regas para que o desfecho não seja o mesmo.

Este post será actualizado sempre que houver novidades sobre a planta aromática Manjericão!

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